Perfil de morbidade de crianças com deficiência múltipla e/ou intelectual, atendidas em uma instituição filantrópica de um município de Minas Gerais.

Autores

  • Kamilla Milione Nogueira Reis Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, Minas Gerais, Brasil.
  • Mariany Milione Nogueira Reis Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, Minas Gerais, Brasil.
  • Adriana Jordão Costa Barbiero Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, Minas Gerais, Brasil.
  • Maria Augusta Coutinho de Andrade Oliveira Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, MG, Brasil.
  • France Araújo Coelho Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, MG, Brasil.
  • Gisele Aparecida Fófano Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, MG, Brasil.

Palavras-chave:

Crianças com deficiência, Doença crônica, Assistência à saúde

Resumo

Introdução: Com os avanços tecnológicos houve uma mudança no perfil de morbimortalidade do grupo infantil, o qual apresenta condições crônicas de saúde, um suporte tecnológico e/ou medicamentoso, assistência a nível hospitalar e domiciliar e dependentes de um suporte familiar sólido.  Objetivo: Descrever o perfil de morbidade de crianças com deficiência múltipla e/ou intelectual, atendidas em uma instituição filantrópica de um município de Minas Gerais. Método: Trata-se de um estudo descritivo quantitativo realizado em uma instituição filantrópica, localizada em um município da região Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, que utilizou como fonte de informação 99 prontuários. Resultado: A análise dos dados permitiu inferir que maioria das crianças necessitam de dois ou mais tipos de cuidados e os cuidadores principais são do sexo feminino. O principal diagnóstico é atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e o sexo predominante é o masculino. Conclusão: São necessárias medidas que reforcem a rede de apoio dessas famílias e políticas públicas destinadas a esse grupo infantil.

Biografia do Autor

  • Kamilla Milione Nogueira Reis, Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, Minas Gerais, Brasil.
    Discente da graduação de Medicina da Unifagoc
  • Mariany Milione Nogueira Reis, Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, Minas Gerais, Brasil.
    Discente da graduação de Medicina da Unifagoc.
  • Adriana Jordão Costa Barbiero, Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, Minas Gerais, Brasil.
    Discente da graduação de Medicina da Unifagoc.
  • Maria Augusta Coutinho de Andrade Oliveira, Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, MG, Brasil.

    Docente da graduação de Medicina da Unifagoc.

    Saúde Coletiva

  • France Araújo Coelho, Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, MG, Brasil.

    Docente da graduação de Medicina da Unifagoc.

    Saúde Coletiva

  • Gisele Aparecida Fófano, Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário Governador Ozanam Coelho – UNIFAGOC, Ubá, MG, Brasil.

    Docente da graduação de Medicina da Unifagoc

    Saúde Coletiva

Referências

Alves GV et al. Crianças Com Necessidades Especiais de Saúde de um Município de Minas Gerais: Estudo Descritivo. R. Enferm. Cent. O. Min. 2014 set-dez; 3(4):1310-1321.

Okido ACC et al . Fatores associados ao risco familiar de crianças com necessidades especiais de saúde. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo. 2018; 52: e03377.

Mcpherson, M et al. A new definition of children with special health care needs. American Academy of Pediatrics. Julho.1998; 102(1):137-41.

Cabral IE. Aliança de saberes no cuidado e estimulação da criança-bebê: concepções de estudantes e mães no espaço acadêmico de enfermagem. Rio de Janeiro: Editora da Escola de Enfermagem Anna Nery. 1999; 298p.

Rezende JMM, Cabral IE. As condições de vida das crianças com necessidades especiais de saúde: determinantes da vulnerabilidade social na rede de cuidados em saúde as crianças com necessidades especiais de saúde. R. Pesq: cuid. fundam. online 2010. Out-dez. 2(Ed. Supl.):22-25.

Fereday J, Oster C, Darbyshhire P. Partnership in practice: what parents of a disabled child want from a generic health professional in Australia. Health Soc CareCommun.2010;18(6):624–32.

Reis KMN et al . A Vivência da Família no Cuidado Domiciliar à Criança com necessidades especiais de Saúde. Cienc. Enferm. Concepción. Abril. 2017; 23(1):45-55.

Barbosa TA et al. Rede de Apoio e Apoio Social às Crianças com Necessidades Especiais de Saúde. Rev Rene. 2016 jan-fev; 17(1):60-6.

Ferreira FY, Xavier MC, Baldini PR, Ferreira LTL, Lima RAG, Okido ACC. Influência das práticas de atenção à saúde na sobrecarga de mães cuidadoras. Rev. Bras. Enferm. 2020; 73(4 ): e20190154.

ESPERON, Julia Maricela Torres. Pesquisa Quantitativa na Ciência da Enfermagem. Esc. Anna Nery. Rio de Janeiro. 2017; 21(1): e20170027.

Dillon-Wallace JA, McDonagh, SH & Fordham LA. Quão estável é o bem-estar das mães australianas que cuidam de crianças pequenas com necessidades especiais de saúde?. J Child Fam Stud. 2014; 23:1215–1226.

Vieira M, Valau VDC, Bulhosa SM. Desafios vivenciados pelas famílias de crianças com necessidades especiais de saúde. SIEPE [Internet]. Agosto.2020;11(2).

Publicado

29-09-2022