DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E ESTÍMULOS COGNITIVOS: estudo de caso acerca da construção do conhecimento por uma jovem em atendimento psicopedagógico

Thaynara Aparecida Pacheco, Gabriela Silveira Meireles

Resumo


O presente estudo tem como objetivo investigar, sob o viés teórico e prático, os impactos dos estímulos cognitivos como instrumentos pedagógicos para o favorecimento da construção de conhecimento por uma jovem com deficiência intelectual em atendimento pedagógico. O referencial teórico adotado contou com a colaboração dos estudos na área da educação e da psicopedagogia. Para a realização desta pesquisa, optou-se em fazer um estudo de caso, a partir da abordagem qualitativa, sendo esta uma pesquisa básica e descritiva que contou também com uma revisão bibliográfica. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com uma jovem, com deficiência intelectual, com a sua família e com a psicopedagoga responsável por seu atendimento na APAE[1] da cidade de Tocantins/MG. Dentre os resultados observados, é possível destacar que os estímulos cognitivos foram peças-chave para a construção do conhecimento e também para a construção da autonomia pela jovem com deficiência intelectual investigada, fazendo com que ela se tornasse mais independente e letrada, adquirindo suas potencialidades e se sentindo capaz de realizar as tarefas do dia a dia. Concluiu-se, assim, que os estímulos cognitivos oferecidos nos atendimentos psicopedagógicos causam impactos significativos no desenvolvimento e na aprendizagem dos jovens com deficiência intelectual, resultando na melhora da comunicação, da interação e das atividades cotidianas.


[1] A sigla APAE significa Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.


Palavras-chave


: Deficiência Intelectual; Estímulos Cognitivos; Atendimento Psicopedagógico.

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