ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: estudo de caso das práticas educativas de professores de apoio na rede pública

Cláudia Alexandre Cláudia

Resumo


Esse artigo tem como principal objetivo analisar as práticas educativas dos professores de apoio à inclusão na rede pública de ensino regular. Portanto, foi realizado um estudo de caso na Escola Estadual Astolfo Dutra na cidade de Cataguases com turma do 9º do Ensino Fundamental II, na qual encontra-se um aluno com necessidades educacionais especiais com acompanhamento de um professor de apoio com a função de facilitar e mediar acesso ao conteúdo repassado pelo professor regente. Porém, esse profissional acaba assumindo o papel de facilitador, tornando o desenvolvimento e aprendizagem cada vez mais difícil. Conclui-se que as práticas educativas dos professores sem a formação especificada em educação especial podem trazer prejuízos e déficits para o aprendizado dos alunos de inclusão, uma vez que não possuem conhecimento específico sobre as deficiências e transtornos, utilizando-se de técnicas e métodos não adequadas para mediar o conteúdo com o conhecimento prévio desse aluno, tendo em vista que inclusão não é apenas o convívio social.


Palavras-chave


Inclusão escolar, Atendimento educacional especializado,,professores de apoio, práticas educativas

Texto Completo:

PDF

Referências


REFERÊNCIAS

ALVES F. Inclusão: muitos olhares, vários caminhos e um grande desafio. Rio de Janeiro, WAK EDITORA, 2009.

BORDENAVE, J. D; PEREIRA, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 28ª Edição - Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

BRASIL. Plano Nacional de Educação. Lei nº 13.005, de janeiro de 2014. Disponível em: http://www.pne.mec.goc.br/18-planos-subnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-educacao-lei-n-13-005-2014. Acesso em: 05 de maio 2020.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.349, de dezembro de 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9349.htm. Acesso em: 05 de maio 2020.

BRASIL. Estatuto da Pessoa com Deficiência (2015). Lei Brasileira de Inclusão. Lei nº 13.146, de julho de 2015. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146-htm. Acesso em: 05 de maio 2020.

BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CBE nº 4, de outubro de 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf. Acesso em 05 de maio 2020.

CARMO, V. O uso de questionários em trabalhos científicos. UFSC, Santa Catarina, 2013. Disponível em: http://www.inf.ufsc.br/~vera.carmo/Ensino_2013_2/O_uso_de_questionario_em_trabalhos_cient%/edficos.pdf. Acesso em: 05 de abril 2020

CARVALHO, R.E. Temas em Educação Especial. Rio de Janeiro: Editora WVA, 1998.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

MANTOAN, T. E. O desafio das diferenças nas escolas. 5ª Edição – Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.

MANTOAN, T. E. Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? 1ª reimpressão – São Paulo: Summus, 2015.

MORATORI, P. B. Por que utilizar jogos educativos no processo de ensino aprendizagem? Dissertação (Mestrado Informática aplicado na educação) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2003.

ROSSETO, E. A formação do professor do atendimento educacional especializado: a educação especial em questão. Revista Educação Especial, v. 28, n. 51, jan/abr. 2015. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/13367/pdf. Acesso em: 18 de abril 2020.

SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 8ª Edição - Rio de Janeiro: WVA, 1997.

SILVA, M. A. S. et al. Utilização de Recursos Didáticos no processo de ensino e aprendizagem de Ciências Naturais em turmas de 8º e 9º anos de uma Escola Pública de Teresina no Piauí. In: VII CONNEPI CONGRESSO NORTE NORDESTE DE PESQUISA E INOVAÇÂO, 2012, Palmas, Tocantins, f. 1-6.

SOLÉ, L. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed; 1999.

UNESCO (1994). Declaração de Salamanca da Ação na Área das Necessidades Educativas Especiais. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf. Acesso em: 18 de abril 2020.

VENTURA, M. M. O estudo de caso como modalidade de pesquisa. Revista SOCERJ, Rio de Janeiro, v. 20, n. 5, p. 383-386, set/out 2007. Disponível em: http://sociedades.cardiol.br/socerj/revista/2007_05/a2007_v20_n05_art10.pdf. Acesso em 02 jul. 2018. Acesso em: 20 de março 2020.

VERGARA, S. C. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.